
Sarah Justus
Head de Performance · R$1,5M+ geridos em mídia paga
Cofundadora da FORGET Co. e estrategista de comunicação e performance. Especialista em posicionamento, mídia paga e crescimento de negócios — trouxe a visão de ecossistema que integra marketing, vendas e tecnologia na FORGET.
Áreas de especialidade
- Mídia paga e performance
- Comunicação e posicionamento
- Estratégia de aquisição
- Gestão de tráfego
Artigos de Sarah
Troquei de agência de tráfego e não melhorou. Trocar de gestor sem trocar a estrutura é trocar a cor do escuro
Você trocou de agência de tráfego e o faturamento não se mexeu. Na maioria dos casos, o que faltou não era um gestor melhor — era a infraestrutura de aquisição que liga o clique ao contrato. Sem ela, todo gestor sobe campanha no escuro e entrega o mesmo resultado.
Troquei de agência de marketing e o resultado não mudou. O problema é o método, não o gestor
Você trocou de agência e o faturamento não se mexeu. Na maioria dos casos, o que mudou foi quem entrega os posts — não o método que decide a verba. E método que otimiza atividade em vez de receita entrega o mesmo resultado com outra assinatura.
Tráfego interno ou agência: o marketing inteiro se decide por receita, não por preço
A SERP inteira compara interno e agência pelo preço do fee. É o enquadramento errado para a operação de marketing inteira: o que decide receita é quem liga o clique ao contrato e realoca verba por retorno.
Quanto custa uma agência de tráfego pago — e o que separa o fee de gestão da conta que importa
Uma gestão de tráfego pago cobra fee de gestão separado da verba de mídia, em modelo fixo, percentual ou híbrido. O que muda o preço não é subir campanha — é a infraestrutura de atribuição que liga cada real de mídia ao contrato fechado.
Quanto custa uma agência de marketing digital por mês — e por que o fee não é o número que importa
Fee de agência vai de R$1,5 mil a R$8 mil por mês, fora a verba de mídia. Mas preço sem receita atribuída é despesa; com atribuição, é investimento. O número que decide não é o fee — é o retorno por real.
Seu relatório de anúncios mostra cliques. Mostra qual anúncio virou contrato?
Clique não é venda. Como saber qual anúncio pago realmente fechou o contrato — inclusive quando a venda cai no WhatsApp — seguindo o mesmo identificador do clique ao caixa.
Marketing baseado em dados não é acumular dashboard — é saber qual real virou venda
Investir mais parou de virar escala? O gargalo raramente é o criativo. É a leitura: sem atribuir receita, você amplia o que não consegue medir — e o dashboard vira enfeite.
Tráfego pago: gestor interno ou agência? A pergunta certa não é quem gerencia, é qual estrutura você compra
A internet compara gestor interno e agência pelo preço do fee. Para tráfego pago, esse é o corte errado: abaixo de ~R$50 mil/mês em mídia o time próprio raramente se paga, e acima o que decide é quem liga o anúncio ao contrato — não quem sobe a campanha.
Gasta mais em anúncio a cada mês e sobra menos: é crescimento ou custo de aquisição fora de controle?
A verba sobe todo mês, o faturamento acompanha, e mesmo assim sobra menos. O gargalo raramente é o criativo ou a mídia — é o custo de aquisição de cliente subindo sem que ninguém consiga ver qual real virou venda.
De onde vem cada venda? Se o seu marketing não sabe, ele decide no escuro
Rastrear a origem da venda não é olhar o clique — é ligar UTM, SRC e SCK ao CRM e ao contrato fechado. O método que separa atribuição de verdade de relatório de vaidade.